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Causas da Fobia Social

Timidez é uma experiência familiar para muitas pessoas. A maioria delas ficam nervosas ao ter que falar para um grupo de pessoas. E quando a ansiedade leva a melhor sobre você?

 

Imagine. Você tem que fazer uma apresentação importante na frente de uma plateia e todos estão te olhando. Como se sentiria? Ou, você foi convidado para uma festa na qual não conhece ninguém. Ao entrar na sala, todos já estão sentados. O que você sentiria? Provavelmente sentiria timidez e desconforto no começo, mas depois de um tempo esses sentimentos vão desaparecendo e tudo vai ficando bem.

 

No entanto, algumas pessoas continuariam extremamente nervosas em situações como estas, ou se preocupariam dias ou semanas antes dos eventos sociais. Elas têm um medo intenso em serem avaliadas negativamente e preocupam-se em acontecer algo embaraçoso na frente dos outros. Como resultado, tentam evitar situações sociais, o quanto elas puderem. Essa atitude de evitação influência muito negativamente as suas vidas. Essas pessoas sofrem de uma condição psiquiátrica: Transtorno de Ansiedade Social.


Os efeitos do TAS não devem ser subestimados: quem sofre dele, experimenta problemas no trabalho, em atividades com os amigos, e em seus relacionamentos íntimos. Além disso, os pacientes com TAS tem um risco acima da média de sofrerem com dependência de álcool e de transtornos de humor, como depressão. Fazendo com que ansiedade social seja uma condição incapacitante.

 

A ansiedade social frequentemente se desenvolve na infância e final da adolescência, quando as crianças são muito sensíveis a opinião dos outros. Infelizmente, muitos pacientes levam muito tempo (às vezes mais de vinte anos) para procurar ajuda e sofrem em silêncio. No entanto, existem terapias disponíveis que podem aliviar os sintomas de ansiedade social.A terapia cognitiva comportamental, geralmente é eficaz para diminuir a ansiedade. Mas, para desenvolver intervenções preventivas eficazes, precisa-se de uma investigação sobre os fatores que tornam os indivíduos vulneráveis para o desenvolvimento do transtorno.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Pesquisam revelaram que o TAS tem uma base genética: filhos de pacientes com este transtorno tem cinco vezes mais riscos de desenvolver a doença, enquanto outros estudos revelaram que parentes de primeiro grau de pacientes com ansiedade social são até dez vezes mais propensos a ter a doença.

 

Além disso, estudos com gêmeos indicam que, em parte o TAS pode ser hereditário. Então parece haver uma base genética que torna os indivíduos vulneráveis ao desenvolvimento. Até o momento, as variações genéticas relacionadas ao TAS são pouco conhecidas, e, por várias razões, não é fácil de encontrar. Primeiro, o transtorno difere de um paciente para o outro: alguns sentem ansiedade em situações sociais específicas, enquanto outros sentem-se tensos em cada evento social. Por outro lado, presume-se que os múltiplos genes que interagem desempenham um papel no desenvolvimento do TAS. Isso implica a busca de uma ligação entre ansiedade social e genes. No entanto, novas abordagens de estudos pode ajudar a desvendar esta conexão.

 

Em 2013, uma equipe de pesquisadores da Leiden University and Leiden University Medical Center iniciou um grande estudo de transtorno de ansiedade social em famílias de duas gerações. Este estudo é único em investigar não somente pacientes com TAS, mas também os seus parentes. O estudo pretende determinar características que são geneticamente ligadas ao transtorno e que tornam os indivíduos vulneráveis ao desenvolvimento do mesmo.

 

http://ajp.psychiatryonline.org/doi/abs/10.1176/ajp.155.1.90

http://link.springer.com/article/10.1007/s10519-007-9182-z

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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