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Orientação para Pais de Crianças Desafiadoras

Por que certos comportamentos do meu filho persistem?

 

Eles podem estar sendo reforçados, sem que estejamos conscientes disso.

 

1.Criança que faz birra na rua para que a mãe compre um sorvete, a mãe inicialmente nega, a criança se joga no chão e esperneia, a mãe diante daquele comportamento do filho, cede e compra o doce. Comportamento problema: se joga no chão e chora. Reforço positivo do comportamento problema: o sorvete lhe é comprado.

Resultado: a criança aprende que fazendo escândalo pode obter o que quiser.

 

As consequências positivas costumam ser mais eficazes para a mudança que as negativas. É mais provável que queira estudar se for incentivado com benefícios do que se o ameaçarmos com castigos.

 

 

2.Mãe manda o filho tomar banho, ele fala: já estou indo! mas continua brincando. Depois de repetir dez vezes a mesma ordem, a mãe, ela acaba levando-o à força e ele chora.

Comportamento problema: desobedece o pedido da mãe

Reforço negativo do comportamento problema: evita tomar banho

Resultado: aprende que dizendo “já estou indo” evita tomar banho e pode continuar brincando.

 

3.Depois de meses tirando notas baixas na escola. Sofia finalmente consegue obtém um 8 na avaliação de história. A sua diz que é o seu deve tirar notas boas e que ainda está brava com as notas anteriores. Comportamento positivo: tirar nota 8

Reforço positivo ausente no comportamento positivo: parabeniza-la pela nota 8

Resultado: a criança pode pensar que se esforçar não faz sentido quando ninguém a valoriza. 

 

Crianças que são punidas com severidade e com frequência podem ter problemas para interpretar as ações e as palavras de outras pessoas. Elas podem identificar intenções hostis em situações em que não existem (Weiss, Dodge, Bates e Pettit, 1992), podem posteriormente agir de forma agressiva (Gershoff, 2002) ou podem assustar-se quando seus pais perdem o controle e depois tentar evitar um genitor punitivo, solapando sua possibilidade de influenciar o comportamento.

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